Influence Of Aging On Isometric Muscle Strength Fat Free-Books Pdf

Influence of aging on isometric muscle strength fat free
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Amaral JF Alvim FC Castro EA Doimo LA Silva MV Novo J nior JM. Introdu o f sica 14 15 Com rela o modula o da for a. muscular j foi estabelecida a rela o entre o, O envelhecimento um processo multifatorial que. aumento de pot ncia do sinal eletromiogr fico e o, provoca mudan as na quantidade e na qualidade da. aumento no n mero de unidades motoras ativas, musculatura esquel tica ambas contribuindo para a. assim como o incremento do n vel de ativa o das, diminui o dos n veis de for a muscular1 A atrofia. fibras que j estavam recrutadas considerando, muscular juntamente com preju zos funcionais est.
o tempo de ativa o16 Entretanto apesar de as, associada a um estado prejudicado de sa de com altas. perdas pessoais tais como debilidade f sica2 aumento altera es na for a e na massa muscular terem sido. do risco de quedas e fraturas3 preju zo na habilidade analisadas em v rios estudos6 8 poucas investiga es. de executar atividades da vida di ria4 pior qualidade tiveram como objetivo analisar a for a muscular. de vida e aumento do risco de morte5 a massa muscular e a ativa o neuromuscular na. No decorrer do envelhecimento as altera es mesma popula o sobretudo em mulheres que. na for a muscular n o se manifestam de forma apresentam maiores diferen as na for a muscular. homog nea em todos os grupos musculares dos entre os membros superiores e inferiores decorrentes. membros superiores e inferiores Estudos demonstram do envelhecimento6 7 Dado o exposto o presente. sobretudo nas mulheres maiores redu es na for a estudo teve como objetivo investigar se a for a. muscular dos extensores e flexores do joelho em muscular isom trica a MLG e a pot ncia do sinal. compara o aos flexores e extensores do cotovelo eletromiogr fico dos membros superiores e inferiores. com o avan ar da idade6 7 De modo semelhante a de mulheres s o afetadas na mesma magnitude pelo. for a de preens o manual tamb m parece ser mais envelhecimento. preservada do que a for a dos extensores do joelho. na popula o idosa8 9, Uma das poss veis causas dessas diferen as. entre os membros pode estar relacionada ao maior, decl nio da massa muscular nos membros inferiores Amostra. em compara o aos membros superiores 7 10 11 A amostra foi do tipo n o probabil stica e. Entretanto estudos conduzidos por Hughes et al 7 intencional sendo constitu da por 63 mulheres. e Goodpaster et al 11 apontaram fraca associa o subdivididas de acordo com a idade cronol gica em. entre decl nio da for a muscular e redu o da massa grupo jovem JO 20 a 39 anos com 33 volunt rias. muscular com o envelhecimento Goodpaster et al 11 24 7 3 5 anos grupo meia idade MI 40 a 64 anos. analisaram as mudan as na for a dos extensores do com 15 volunt rias 58 6 2 anos e grupo idosas. joelho e na massa livre de gordura MLG mensurada ID 65 anos com 15 volunt rias 72 0 4 2 anos. pela absortometria radiol gica de dupla energia Os grupos MI e ID foram compostos por mulheres. DXA em 1880 volunt rios com idade entre 70 e participantes de um grupo de socializa o de um. 79 anos Nesse estudo ap s acompanhamento de tr s projeto realizado pelo Departamento de Educa o. anos foi observada uma redu o da for a muscular F sica da Universidade Federal de Vi osa UFV. tr s vezes maior do que a decl nio da MLG tanto Vi osa MG Brasil O grupo JO foi composto por. nos homens quanto nas mulheres demonstrando estudantes de diferentes cursos da mesma institui o. que a MLG n o explica por si s a redu o da for a Todos os grupos inclu ram mulheres de cor branca. muscular Esses resultados sugerem a contribui o parda e negra. de outros fatores na redu o da for a muscular tais Foram exclu das do estudo mulheres portadoras de. como altera es na capacidade intr nseca de gerar doen a musculoesquel tica les es traumatismos ou. for a e ou na ativa o neuromuscular12 que tenham sido submetidas interven o cir rgica. Para a an lise da ativa o neuromuscular tem se nos membros avaliados A pesquisa foi realizada. a possibilidade de utilizar o sinal eletromiogr fico ap s a assinatura do termo de consentimento livre. obtido durante as contra es13 A eletromiografia e esclarecido conforme normas ticas exigidas pela. EMG de superf cie uma t cnica n o invasiva de Resolu o 196 96 e aprovado pelo Comit de tica. f cil aplica o que detecta a atividade mioel trica em Pesquisa em Seres Humanos da Universidade. associada com a contra o muscular e por esse Federal de Juiz de Fora UFJF Juiz de Fora MG. motivo tem sido utilizada na detec o de altera es Brasil protocolo CEP UFJF 2451 191 2011 parecer. neurais associadas ao envelhecimento e fun o n 201 2011. 184 Braz J Phys Ther 2014 Mar Apr 18 2 183 190, For a massa livre de gordura e EMG em mulheres. Avalia o da for a muscular isom trica e no membro dominante previamente declarado pela. eletromiografia volunt ria, As avalia es da for a muscular isom trica dos Para os testes de preens o padronizou se a.
membros superiores e inferiores foram realizadas posi o segundo orienta es da American Society. indiretamente por meio dos testes de preens o manual of Hand Therapists23 em que o sujeito permanece. e de extens o do joelho Tais testes foram executados confortavelmente sentado ombro aduzido e sem. respectivamente por meio da utiliza o do transdutor rota o o cotovelo fletido a 90 graus e em posi o. de for a acoplado empunhadura modificada por neutra posi o do punho variando entre 0 e 30 graus. de extens o As volunt rias dessa forma envolviam, Novo Jr 17 e da c lula de carga tensi metro ambos. a empunhadura com a m o enquanto o dinam metro, da marca EMG System do Brasil Os instrumentos. era suportado pelo examinador O tamanho da, possu am conex o com um condicionador de sinais. empunhadura do dinam metro foi selecionado para, com frequ ncia de amostragem de 1024 Hz por. possibilitar a a o da articula o distal do quinto, canal e configurado com filtro anti aliasing passa.
dedo e a inibi o da a o do polegar conforme, banda com frequ ncia de corte entre 20 e 500 Hz O. Amaral et al 21, condicionador de sinais foi conectado a uma bateria. Para a avalia o da for a dos extensores do joelho, LI ION 11 1 V 2 2 mA h Os microcomputadores. as volunt rias foram orientadas a permanecer sentadas. tamb m foram utilizados em suas baterias a fim de com as m os apoiadas em suportes localizados nas. se evitarem interfer ncias da rede el trica nos dados laterais da cadeira com o tronco ereto ajustado pelo. coletados encosto de forma a permitir um ngulo de 90 graus. A atividade el trica muscular em ambos os de flex o da articula o do quadril A articula o do. testes de for a muscular isom trica foi captada de joelho do membro dominante foi posicionada em. forma simult nea com o registro da for a muscular 90 graus de flex o24 A c lula de carga que comp e. exercida pelas volunt rias Foram utilizados eletrodos o tensi metro foi fixada em uma barra e por meio. Ag AgCl bipolares ativos com dois cent metros de de um cabo de a o posicionada paralelamente. dist ncia entre os centros das superf cies de capta o ao ch o com a outra extremidade acoplada a uma. Com a finalidade de reduzir poss veis interfer ncias caneleira fixada no tornozelo do membro dominante. na aquisi o do sinal EMG anteriormente a cada da volunt ria Anteriormente ao in cio de cada. avalia o as volunt rias foram submetidas avalia o foi permitido s volunt rias um per odo de. prepara o da pele com tricotomiza o e limpeza familiariza o com o equipamento e com o protocolo. da rea com lcool a 70 Em seguida o eletrodo de teste requerido. foi posicionado sobre o m sculo e fixado com Em ambos os testes foram fornecidas orienta es. tiras de esparadrapo para evitar seu deslocamento verbais de incentivo por parte do avaliador Todas. durante a realiza o dos procedimentos Para o teste as volunt rias foram instru das a executar a for a. de extens o do joelho o eletrodo foi posicionado m xima no menor tempo poss vel ap s o comando. no m sculo vasto lateral do quadr ceps femoral verbal para iniciar o teste bem como a manter esse. respeitando o local para posicionamento padronizado n vel de for a at que fosse fornecido o comando. pelo European Recommendations for Surface para relaxar. Electromyography18 J para o teste de preens o, manual o eletrodo foi posicionado no m sculo flexor Processamento dos dados de for a muscular. radial do carpo FRC localizado superficialmente isom trica. acima do m sculo flexor superficial dos dedos19 A Para determina o da for a muscular isom trica. localiza o anat mica do m sculo FRC foi realizada m xima exercida pelas volunt rias o sinal da. por meio do m todo palpat rio20 O eletrodo de curva de for a foi janelado em 1024 amostras um. refer ncia monopolar foi posicionado no ol crano da segundo com sobreposi o de 1023 amostras O. ulna e no mal olo da f bula para os testes de preens o maior valor m dio entre todas as janelas para uma. da m o e de extens o do joelho respectivamente mesma contra o foi considerado o maior valor de. Em cada avalia o foram executadas tr s for a muscular isom trica exercido pela volunt ria. tentativas de esfor o isom trico m ximo por seis na respectiva contra o Esse procedimento teve. segundos com intervalo de dois minutos entre elas como objetivo desconsiderar picos de for a obtidos. a fim de se evitar a instala o de fadiga muscular eventualmente no in cio das contra es Finalmente. acumulada21 22 A for a muscular tanto de extens o o maior valor obtido entre as tr s contra es foi. do joelho quanto de preens o manual foi analisada considerado a for a muscular isom trica m xima. Braz J Phys Ther 2014 Mar Apr 18 2 183 190 185, Amaral JF Alvim FC Castro EA Doimo LA Silva MV Novo J nior JM.
exercida pela volunt ria Para os membros superiores isolados do tronco e da cabe a por meio de linhas. e inferiores foram calculados o pico de for a geradas pelo programa em marcos anat micos. de preens o manual e dos extensores do joelho espec ficos Dessa forma a MLG do membro superior. respectivamente engloba todo tecido isento de gordura compreendido. entre a cabe a do mero e falanges da m o e a, Processamento dos dados de EMG MLG do membro inferior consiste em todo tecido. compreendido entre o colo do f mur e as falanges, Tanto nos membros superiores quanto nos. do p 26 O c lculo da MLG apendicular MLGA foi, membros inferiores o trecho do sinal EMG. realizado por meio da soma das MLG dos membros, correspondente no tempo janela da curva de for a. superiores e inferiores direitos e esquerdos, na qual houve a maior produ o de for a muscular.
isom trica foi utilizado para o c lculo da vari vel. root mean square RMS Para o membro superior An lise dos dados. a vari vel RMS foi calculada a partir do sinal Para a avalia o das caracter sticas descritivas. eletromiogr fico dos m sculos flexores dos dedos e da amostra foram utilizadas medidas de tend ncia. para o membro inferior foi calculada a partir do sinal central e de dispers o m dia e desvio padr o. do m sculo vasto lateral Foram utilizados para as respectivamente Para verificar a normalidade da. an lises os valores RMS normalizados pela massa distribui o de todas as vari veis analisadas utilizou. livre de gordura MLG do membro dominante se o teste de Shapiro Wilk As poss veis diferen as. relacionadas idade foram verificadas por meio, Composi o corporal da an lise de vari ncia com os testes ANOVA de. um fator vari vel e tr s n veis grupos et rios, Para as medidas de massa corporal e estatura. seguida do post hoc de Tukey para as vari veis que. foi utilizado respectivamente uma balan a Filizola. apresentaram distribui o normal e Kruskal Wallis, com precis o de 100 gramas e um estadi metro. para as vari veis que violaram esse pressuposto Para. Sanny escalonado em mil metros No momento da, a an lise dos dados foi utilizado o software Statistica. avalia o as participantes trajavam o m nimo de, vers o 7 0 O n vel de signific ncia adotado foi.
roupa poss vel e todos os equipamentos estavam em, perfeitas condi es de uso e calibre As mensura es. das vari veis massa corporal e estatura foram, realizadas conforme Lohman25 O ndice de massa Resultados. corporal IMC foi calculado dividindo se a massa, A Tabela 1 apresenta a idade e as caracter sticas de. corporal pela estatura ao quadrado kg m, composi o corporal das volunt rias divididas entre. A composi o corporal foi avaliada por meio da, os grupos JO MI e ID.
absortometria radiol gica de dupla energia DXA 26, As Tabelas 2 e 3 apresentam as compara es. O equipamento utilizado na DXA foi o densit metro, entre os grupos et rios dos n veis de for a muscular. Lunar Prodigy Advance DXA System vers o 13 31, isom trica MLG e pot ncia do sinal EMG dos. O exame foi realizado por um t cnico especializado. membros superiores e inferiores respectivamente, na Divis o de Raios X e Densitometria ssea da. Divis o de Sa de da UFV, Para a realiza o do procedimento as volunt rias Discuss o.
foram posicionadas em dec bito dorsal sobre a rea, Neste estudo foram investigadas as altera es. de escaneamento do equipamento de modo que, relacionadas idade na for a muscular isom trica. ficassem totalmente centralizadas em rela o s, MLG e pot ncia do sinal EMG dos membros. laterais da mesa Foi solicitado a elas que retirassem. superiores e inferiores comparando se mulheres, qualquer objeto met lico que pudesse interferir nos. jovens de meia idade e idosas As caracter sticas, resultados da avalia o.
antropom tricas das volunt rias que compuseram, os grupos deste estudo evidenciaram altera es. isometric muscle strength fat free mass FFM and power of the electromyographic EMG signal of the upper and lower limbs of women are similarly affected by aging Method The sample consisted of 63 women who were subdivided into three groups young YO n 33 24 7 3 5 years middle age MA n 15 58 6 4 2 years and older adults OA n 15 72 0 4 2 years Isometric strength was

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