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Eu Rob
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Introdu o 04, 1 Robbie 08, 2 Brincadeira de Pegar 35. 3 Raz o 59, 4 Pegar o Coelho 83, 5 Mentiroso 110, 6 Pobre Rob Perdido 134. 7 Fuga 170, 8 Prova 199, 9 O Conflito Evit vel 230. AS TR S LEIS DA ROB TICA, 1 Um rob n o pode ferir um ser humano ou por omiss o. permitir que um ser humano sofra algum mal, 2 Um rob deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por.
seres humanos exceto nos casos em que tais ordens contrariem a. Primeira Lei, 3 Um rob deve proteger sua pr pria exist ncia desde que tal. prote o n o entre em conflito com a Primeira e a Segunda Leis. MANUAL DE ROB TICA 56 Edi o, Olhei para minhas anota es e n o gostei delas Passara tr s dias. na U S Rob s e bem poderia t los passado em casa lendo a. Enciclop dia Tel rica, Disseram me que Susan Calvin nascera no ano de 1982 o que. significava ter atualmente setenta e cinco anos de idade Todos. sabiam De forma bastante adequada a U S Rob s e Homens. Mec nicos S A tamb m tinha setenta e cinco anos pois f ra. exatamente no ano de nascimento da Dra Calvin que Lawrence. Robertson dera entrada nos primeiros documentos de. incorpora o da firma que eventualmente viria a ser o mais. estranho gigante industrial da hist ria humana Bem todos. tamb m sabiam disso, Aos vinte anos Susan Calvin tornara parte no semin rio. particular de Psicomatem tica no qual o Dr Alfred Lanning da. U S Rob s fez a demonstra o do primeiro rob m vel, equipado com voz Era um rob grande feio e desajeitado.
recendendo a leo lubrificante e destinado a trabalhar nas minas. projetadas para Merc rio Mas era capaz de falar e fazer sentido. Susan nada dissera durante o semin rio tamb m n o tomou parte. na acalorada pol mica que se seguiu a ele Era uma jovem fria de. fei es comuns e desprovida de encanto que tratava de proteger. se contra um mundo do qual n o gostava por meio de um. semblante inexpressivo e de uma intelig ncia hipertrofiada. Todavia enquanto observava e escutava as discuss es sentiu os. primeiros ind cios de um frio entusiasmo, Obteve o diploma de bacharel na Universidade de Columbia em. 2003 e iniciou um curso de doutorado em cibern tica. Tudo o que f ra realizado em meados do s culo XX em mat ria. de m quinas calculadoras foi revolucionado por Robertson e. seus banhos cerebrais positr nicos Os quil metros de circuitos e. fotoc lulas deram lugar ao globo esponjoso de platinir dio de. tamanho aproximado de um c rebro humano, Susan aprendeu a calcular os par metros necess rios para fixar as. poss veis vari veis no interior do c rebro positr nico a. projetar no papel esses c rebros de modo que as rea es aos. est mulos pudessem ser previstas com precis o, Em 2008 obteve seu diploma de doutorado e ingressou no. quadro da U S Rob s na qualidade de robopsic loga, tornando se a primeira grande especialista na nova ci ncia. Lawrence Robertson ainda era o presidente da organiza o. Alfred Lanning tornara se diretor de pesquisas, Durante os cinq enta anos seguintes Susan Calvin viu a dire o.
do progresso humano mudar e dar um grande salto frente. Agora ia aposentar se pelo menos procurava retirar se do. trabalho tanto quanto poss vel No m nimo permitia que o nome. de outra pessoa fosse colocado na porta de seu antigo escrit rio. Isso essencialmente era o que eu conseguira saber Tinha. comigo uma longa lista de seus trabalhos e das patentes. registradas em seu nome possu a os detalhes cronol gicos de. suas promo es Em resumo sabia todas as min cias de seu. curriculum vitae profissional, Mas n o era isso o que eu desejava. Precisava muito mais informa es para o artigo que preparava. para a Interplanetary Press Muito mais Foi o que expliquei a ela. Dra Calvin disse lhe da maneira mais atenciosa poss vel. na opini o do p blico a senhora e a U S Rob s s o uma nica. coisa Sua aposentadoria marcar o fim de uma poca e. E voc deseja abordar o ponto de vista do interesse humano. interrompeu ela sem sorrir, Creio que ela nunca sorri Mas seus olhos se mostra ram. penetrantes embora n o zangados senti que seu olhar me. atravessava de lado e compreendi que para ela eu, era invulgarmente transparente todos eram. Respondi Exato, Interesse humano em rob s uma contradi o. N o doutora N o nos rob s na senhora, Bem j houve quem me chamasse de rob Certamente j lhe.
disseram que n o sou humana, Era verdade mas n o haveria vantagem alguma em confirmar. Ela se ergueu da poltrona N o era alta e parecia fr gil Segui a at. a janela e olhamos para fora, Os escrit rios e f bricas da U S Rob s constitu am uma pequena. cidade espa osa e bem planejada Parecia achatada como uma. fotografia a rea, Logo que vim para c ocupei um pequeno escrit rio em um. pr dio exatamente onde fica agora o posto dos bombeiros. informou ela apontando Foi demolido antes de voc nascer. Eu partilhava o escrit rio com tr s outras pessoas Possu a ent o. apenas meia mesa Constru mos nossos rob s em um s pr dio. A produ o era de tr s rob s por semana Agora veja como. Cinq enta anos muito tempo comentei eu tolamente, N o quando se olha para tr s a fim de v los replicou ela. Ent o indaga se como desapareceram t o depressa, Voltou mesa de trabalho e sentou se Seu rosto n o precisava.
de express o para faz la parecer triste, Quantos anos tem indagou. Trinta e dois respondi, Ent o n o se lembra de como o mundo era sem os rob s. Houve uma poca em que a humanidade encarava o universo. sozinha sem um amigo Agora o homem possui criaturas para. ajud lo criaturas mais fortes do que ele mais fi is mais teis e. absolutamente devotadas a ele A esp cie humana j n o est. sozinha J encarou o assunto sob este prisma, Temo que n o Posso citar suas palavras Pode Para voc um. rob um rob Engrenagens e metal eletricidade e pos trons. Mente e ferro Feitos pelo homem Caso necess rio destru dos. pelo homem Mas voc n o trabalhou com eles de modo que. n o os conhece, S o uma ra a mais limpa e melhor do que a nossa. Tentei induzi la a prosseguir, Gostar amos de ouvir alguma das coisas que a senhora pode.
contar de conhecer sua opini o sobre os rob s A Interplanetary. Press alcan a todo o Sistema Solar, A audi ncia potencial de tr s bilh es de pessoas Dra Calvin. Elas deveriam saber o que a senhora poderia contar sobre os. N o era necess rio induzi la Ela nem mesmo me ou viu mas. prosseguiu na dire o correta, Poderiam saber desde o come o Venderam se rob s para uso. na Terra ent o antes mesmo do meu tempo Naturalmente. tratava se na poca de rob s que n o falavam Posteriormente. os rob s tornaram se mais humanos e surgiu a oposi o Como. natural os sindicatos opunham se competi o que os rob s. ofereciam aos homens em quest o de trabalho V rios setores da. opini o p blica tinham obje es de ordem religiosa e. supersticiosa Foi tu do bem rid culo e in til N o obstante. Eu registrava todas as suas palavras em minha m quina. taquigr fica de bolso procurando ocultar os movimentos de. meus dedos Com um pouco de pr tica poss vel registrar. acuradamente sem retirar o aparelho do bolso, Veja o caso de Robbie por exemplo disse ela N o cheguei. a conhec lo Foi desmontado um ano antes de meu ingresso na. companhia J estava irremediavelmente obsoleto Mas vi a. menina no museu, Interrompeu se preferi n o dizer coisa alguma Deixei que seus. olhos se enevoassem e sua mente voltasse ao passado Era um. longo tempo a percorrer, Ouvi a hist ria mais tarde sempre que nos chamavam de.
blasfemos e criadores de dem nios eu me lembrava dele Robbie. era um rob mudo n o tinha voz Foi fabricado e vendido em. 1996 Era a poca anterior extrema especializa o de modo que. foi vendido como ama seca, Como ama seca, Noventa e oito noventa e nove cem. Gl ria retirou o bracinho gorducho de sobre os olhos e ficou. im vel por um instante franzindo o nariz e piscando contra a luz. do sol Ent o tentando observar ao mesmo tempo em todas as. dire es recuou alguns passos afastando se cautelosamente da. rvore em que estivera recostada, Esticou o pesco o para estudar as possibilidades de um grupo de. arbustos direita e depois recuou ainda mais a fim de obter um. melhor ngulo de vis o sobre o recesso escuro da folhagem O. sil ncio era profundo exceto pelo incessante zumbir dos insetos. e pelo trinado ocasional de algum p ssaro bastante valente para. enfrentar o sol de meio dia, Gl ria fez uma careta de aborrecimento. Aposto que ele entrou em casa e eu j lhe disse um milh o de. vezes que isso n o vale, Com os l bios fortemente apertados e a testa franzida numa. express o severa a menina se encaminhou resoluta mente para a. casa de dois pavimentos situada al m da alameda, Tarde demais ouviu o barulho de folhas atr s de si logo seguido.
pelo clum clump caracter stico e ritmado dos p s met licos de. Robbie Girou nos calcanhares a tempo de ver seu companheiro. triunfante emergir do esconderijo e correr a toda velocidade para. a rvore que servia de pique, Gloria gritou consternada Espere Robbie Assim n o vale. Robbie Voc prometeu n o correr at eu encontr lo, Seus pezinhos n o conseguiam ganhar terreno sobre os passos. gigantescos de Robbie Ent o a tr s metros da rvore o andar de. Robbie transformou se em mero arrastar de p s e Gloria num. ltimo e desesperado impulso de velocidade passou ofegante por. ele e tocou a casca do tronco que servia de pique, Radiante a menina voltou se para o fiel Robbie e com a maior. das ingratid es recompensou o pelo sacrif cio zombou. cruelmente de sua incapacidade para correr, Robbie n o sabe correr gritou com toda a for a de seus. pulm es de oito anos Posso ganhar sempre dele, Posso ganhar sempre dele.
Cantava as frases ritmicamente em tom agudo, Naturalmente Robbie n o respondeu pelo menos n o com. palavras Em lugar disso fingiu que estava cor rendo afastando. se lentamente at que Gloria come ou a correr atr s dele. enquanto o rob esquivava se no ltimo instante obrigando a a. descrever c rculos inutilmente com os bracinhos esticados. abanando no ar, Robbie gritava ela Fique quieto, E seu riso sa a em impulsos ofegantes. Afinal ele girou nos calcanhares e agarrou a menina fazendo a. rodar Gloria viu o mundo de cabe a para baixo sobre um fundo. azulado com as rvores verdes parecendo querer alcan ar o. abismo Em seguida sentou se novamente na grama apoiada. perna met lica de Robbie e ainda segurando um duro dedo de. Depois de algum tempo recobrou o f lego Mexeu inutilmente. no cabelo desgrenhado imitando vagamente um gesto de sua. m e e contorceu se a fim de verificar se o vestido estava. Deu uma palmada nas costas de Robbie, Menino mau Vai apanhar. Robbie encolheu se escondendo o rosto com as m os de modo. que ela se viu for ada a acrescentar N o Robbie N o vou. bater em voc Mas de qual quer maneira agora a vez de eu. me esconder porque voc tem pernas mais compridas e. prometeu n o correr para o pique at eu encontr la, Robbie assentiu com a cabe a um pequeno paralelep pedo de. arestas e cantos arredondados ligado por uma haste curta e. flex vel a outro paralelep pedo semelhante mas muito maior que. lhe servia de torso e virou se obedientemente para a rvore. Urna fina pel cula met lica recobriu lhe os olhos e do interior de. seu corpo veio um tique taque ritmado e sonoro, Agora n o espie e n o pule os n meros avisou Gloria.
antes de correr para esconder se, Os segundos foram contados com regularidade invari vel e ao. cent simo tique a pel cula met lica se ergueu, Os brilhantes olhos vermelhos de Robbie examinaram. as redondezas Pousaram um momento sobre uma mancha. colorida atr s de uma pedra Robbie avan ou alguns, passos convencendo se de que Gloria estava agachada atr s. Vagarosamente mantendo se sempre entre Gloria e a rvore do. pique ele se encaminhou para o esconderijo, Quando Gloria estava bem vista e nem mesmo. poderia imaginar que ainda n o f ra descoberta Robbie esticou. um bra o em dire o a ela e bateu com o outro de encontro. perna produzindo um ru do met lico Gloria se ergueu amuada. Voc espiou declarou com tremenda injusti a, Al m disso j estou cansada de brincar de esconder.
Quero andar a cavalo, Por m Robbie magoado com a injusta acusa o sentou se. cuidadosamente e meneou a cabe a de um lado para outro. Imediatamente Gloria mudou de tom tentando convenc lo. gentilmente Vamos Robbie Eu estava brincando quando. disse que voc espiou Deixe me dar uma voltinha em voc. Todavia Robbie n o estava disposto a se deixar levar com tanta. facilidade Olhou teimosamente para o alto e sacudiu a cabe a. com nfase ainda maior, Por favor Robbie Por favor deixe me dar uma voltinha em. voc insistiu Gloria passando os bracinhos rosados pelo. pesco o dele e apertando com for a, Ent o mudando repentinamente de humor afastou se. Se voc n o deixar vou chorar declarou contorcendo, terrivelmente o rosto num movimento preparat rio. O malvado Robbie n o deu maior aten o, horr vel possibilidade e sacudiu a cabe a pela terceira vez.
Gloria julgou necess rio usar seu maior trunfo, Est bem declarou em tom suave Se voc n o deixar n o. lhe contarei mais hist rias Mais nenhuma, Robbie cedeu imediata e incondicionalmente ante tal ultimato. balan ando afirmativamente a cabe a at que o metal de seu. pesco o chegou a zunir Com grande cuidado ergueu a menina e. colocou a sobre seus ombros largos e lisos, As supostas l grimas de Gloria desapareceram como por encanto. e ela soltou gritinhos de prazer A pele met lica de Robbie. Isaac Asimov Para John W Campbell Jr que apadrinhou os rob s 2 Edi o em portugu s Agosto de 1969 Tradu o de Luiz Hor cio da Matta Sobre o autor O nome deste autor tornou se familiar no decorrer das ltimas d cadas tanto para cientistas como para leitores de fic o cient fica Escritor de enorme talento e assaz prol fico ostenta um impressionante recorde de mais

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