A Comunica O No V Nculo Conjugal-Books Pdf

A COMUNICA O NO V NCULO CONJUGAL
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Universidade de S o Paulo, Escola de Comunica es e Artes. A COMUNICA O NO V NCULO CONJUGAL, ANA CELIA MARTINEZ GUARNIERI. Tese de doutoramento apresentada Escola de, Comunica es e Artes da Universidade de S o. Paulo como exig ncia parcial para a obten o do, t tulo de Doutor em Ci ncias da Comunica o na. rea de Teoria e Pesquisa em Comunica o, Orientador Prof Dr Ciro Marcondes Filho.
Esta tese foi defendida em perante a, seguinte banca examinadora. Orientador, Prof Dr Ciro Marcondes, A T nia Martinez m dica pesquisadora. fil sofa e melhor m e do mundo, A Eulogio Martinez meu primeiro amor. AGRADECIMENTOS, Ao meu orientador e amigo Ciro Marcondes Filho com quem tive o privil gio de dialogar. durante todo o percurso por sua sabedoria discernimento e intelig ncia. Aos componentes do Grupo de Estudos Filos ficos da Comunica o Filocom. A minha amiga Tarcyanie Cajueiro dos Santos pela amizade incondicional de tantos anos. pela colabora o e constante est mulo minha forma o acad mica. A Rosamaria Rocha por seus valiosos conselhos durante a minha qualifica o. A Aldo Fornazieri meu melhor chefe por tudo o que me ensinou por sua amizade e. A Heitor Pinto e Silva Filho pela forma generosa com que me acolheu por sua intelig ncia. inspiradora, Ao meu amor marido e amigo Fernando Henrique Guarnieri por cuidar de mim e dos.
meus filhos com uma quantidade descomunal de carinho paci ncia compreens o e. A os meus pais Eulogio e T nia e s minhas av s Olga e Loriz por seu amor. incondicional e constante apoio e est mulo em tudo o que fa o. Aos meus filhos Mario Eduardo e Jo o Antonio por darem um novo e lindo significado a. A minha irm Maria Anita e ao meu irm o Eul gio meus grandes amigos. Aos meus sobrinhos Ana Carolina Gabriel Eul gio Luisa e L o pequenos amores que me. enchem de alegria, Ao meu sogro Gianfrancesco Guarnieri que continua presente na minha vida e na vida da. minha fam lia por seu amor por sua exist ncia e por sua obra. A COMUNICA O NO V NCULO CONJUGAL, A presente pesquisa tem por objetivo discutir a teoria da comunica o a partir dos. seus desdobramentos nas rela es familiares e mais especificamente no v nculo conjugal. Para tanto utilizamo nos da an lise de fen menos caracter sticos de ambientes familiares e. descritos como patog nicos em que se pode constatar a aus ncia de comunica o como. definida por Marcondes Filho dentro do enfoque te rico trabalhado no projeto Nova Teoria. da Comunica o, Constatamos fundamentados em diversas pesquisas emp ricas que a forma com. que a comunica o ocorre no ambiente familiar respons vel por patologias como a. comunica o esquizofr nica conforme interpreta o de Gregory Bateson e rela es. neur ticas em casais No entanto verificamos que a linguagem independente de sua forma. seja ela verbal ou n o verbal n o o que determina a satisfa o ou insatisfa o conjugal. PALAVRAS CHAVE, Comunica o patol gica linguagem casamento esquizofrenia fam lia. The present research examines the communication theory from its unfoldings in. familiar relations and more specifically in the marital bond In order to do so we analyze. characteristic phenomena from the familiar environment described as pathogenic where. we can demonstrate the absence of communication as defined by Marcondes Filho in the. theoretical approach developed by the project Nova Teoria da Comunica o New. Communication Theory, Our work evidences based on diverse empirical researches that the form in which.
communication occurs in the familiar environment is responsible for pathologies such as. schizophrenic communication as defined by Gregory Bateson and neurotic relations. among couples However we verify that language independent of its form verbal or non. verbal is not what determines marital satisfaction or dissatisfaction. Pathological communication language marriage schizophrenia family. Tema Objetivos e Panorama dos Cap tulos 14, CAP TULO 1 Nova Teoria da Comunica o 23. Comunica o e Solid o 23, Comunica o para Marcondes Filho 25. Comunica o e Informa o 27, Comunica o para Von Foerster 28. A Autopoiese de Maturana e Varela 30, Comunica o para Maturana 32. Comunica o para Luhmann 34, Comunica o para Bateson 35.
Comunica o para Watzlawick 37, A Caminho de uma Nova Teoria da Comunica o 39. CAP TULO 2 A Fam lia e o V nculo Conjugal 43, A Fam lia 43. A fam lia como indutora de comportamentos 46, Os Casamentos 50. A percep o do outro 51, Heinz von Foerster equ vocos da percep o e da linguagem 52. A perspectiva interacional 54, O Amor Rom ntico 55.
CAP TULO 3 A Comunica o no V nculo Conjugal 61, O Duplo V nculo Double Bind e a Comunica o Esquizofr nica 61. O Processo de Mistifica o em Laing 72, A Pragm tica da Comunica o Humana 78. O V nculo Conjugal 83, A Manuten o da Rela o Patol gica 85. O Poder na Rela o Conjugal 86, CAP TULO 4 O Al m da Linguagem 92. CONCLUS O 95, BIBLIOGRAFIA 101, ANEXO 1 S ntese de Indicadores Sociais 2006 113.
ANEXO 2 Perceptions of power and interactional, dominance in interpersonal relationships 119. ANEXO 3 Mystification Confusion and Conflict 126, A COMUNICA O NO V NCULO CONJUGAL. At que tudo se transformou em n o Tudo se transformou em n o quando eles quiseram essa mesma alegria. deles Ent o a grande dan a dos erros O cerimonial das palavras desacertadas Ele procurava e n o via ela. n o via que ele n o vira ela que estava ali no entanto No entanto ele que estava ali Tudo errou e havia a. grande poeira das ruas e quanto mais erravam mais com aspereza queriam sem um sorriso Tudo s porque. tinham prestado aten o s porque n o estavam bastante distra dos S porque de s bito exigentes e duros. quiseram ter o que j tinham Tudo porque quiseram dar um nome porque quiseram ser eles que j eram. Clarice Lispector, Tema Objetivos e Panorama dos Cap tulos. A presente pesquisa vincula se ao projeto NOVA TEORIA DA COMUNICA O. coordenado pelo Professor Ciro Juvenal Marcondes Filho da Escola de Comunica o e. Artes da Universidade de S o Paulo e que tem como objetivos a proposi o de um novo. modelo te rico para trabalhar os processos comunicacionais e de um novo m todo de. investiga o dos estudos da comunica o, Procuramos discutir a teoria da comunica o a partir dos seus desdobramentos nas. rela es familiares e mais especificamente no v nculo conjugal Para tanto utilizamo nos. da an lise de fen menos caracter sticos de ambientes familiares e descritos como. patog nicos em que se pode constatar a aus ncia de comunica o como definida dentro. deste novo enfoque te rico, No primeiro cap tulo Nova Teoria da Comunica o trabalhamos diferentes.
defini es da comunica o e do evento comunicacional Utilizamos autores que ir o. abordar nos cap tulos seguintes a comunica o no ambiente familiar e entre casais Para. uma melhor compreens o da descri o de processos que caracterizariam uma suposta. patologia nas formas de comunicar dos casais consideramos essencial o entendimento da. forma com que cada autor compreende a comunica o em si. Iniciamos com os ensinamentos de Marcondes Filho para quem a comunica o. um processo social um acontecimento uma combina o de m ltiplos vetores sociais. hist ricos subjetivos temporais culturais que se d pelo atrito dos corpos e das. express es e deve ser trabalhada como um tornar comum um v nculo que se estabelece. entre dois seres que sinalizam um para o outro e que tentam colocar em contato mundos. que s o pr prios peculiares interiores a si mesmos 1. Em um segundo momento passamos teoria de Heinz von Foerster que afirma que. a comunica o imposs vel j que duas pessoas representam duas atividades nervosas. distintas intranspon veis tratando se portanto de um processo irrealiz vel Para von. Foerster nada em princ pio pode ser comunicado e observa es do tipo Voc v a cor. deste objeto como eu o vejo s o carentes de qualquer sentido 2. J para Humberto Maturana comunica o linguagem nenhum comportamento. isolado nenhum gesto nenhum movimento nenhum som nenhuma postura corporal por. si s parte da linguagem Mas se est inserida no fluir de coordena es consensuais de. a o parte da linguagem 3, Gregory Bateson cuja obra largamente utilizada em todo este trabalho n o. consegue imaginar os organismos fora de sua rela o com o ambiente Ao contr rio o. Ciro Marcondes Filho At que ponto de fato nos comunicamos S o Paulo Paulus 2004. Heinz von Foerster Wissen und Gewissen Conhecimento e consci ncia org Siegfried J Schmidt. Frankfurt am Main Suhrkamp 1994, Humberto Maturana Cogni o ci ncia e vida cotidiana org e trad de Cristina Magro e Victor Paredes. rea de Teoria e Pesquisa em Comunica o Orientador Prof Dr Ciro Marcondes Filho S o Paulo 2007 2 Universidade de S o Paulo Escola de Comunica es e Artes A COMUNICA O NO V NCULO CONJUGAL ANA CELIA MARTINEZ GUARNIERI Tese de doutoramento apresentada Escola de Comunica es e Artes da Universidade de S o Paulo como exig ncia parcial para a obten o do t tulo de Doutor

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